Transexualidade na formação do professor da educação básica: desvelando a realidade brasileira

Marcia Gorett Ribeiro Grossi1, Eliane Silvestre Oliveira2, Lívia de Cássia Silva3

Resumo


Esse trabalho de pesquisa resulta de uma investigação cuja questão norteadora foi: os professores são preparados, em sua formação acadêmica, para lidar com alunos transexuais? Assim, o objetivo do estudo foi verificar se os cursos de Pedagogia e os Programas Especiais de Formação Pedagógica de Docentes no Brasil têm incorporado em suas propostas curriculares questões relacionadas à transexualidade, bem como identificar as publicações acadêmicas sobre o tema pesquisado. A metodologia empregada foi a análise de conteúdo em uma abordagem qualitativa com enfoque descritivo. Os resultados da pesquisa permitem concluir que os professores dos cursos de Pedagogia e dos Programas Especiais de Formação
Pedagógica de Docentes no Brasil, em sua maioria, não têm sido preparados, em sua formação acadêmica, para lidar com alunos transexuais. Uma vez que em nenhuma das 1.076 grades curriculares analisadas existe a incorporação de disciplinas que abordem especificamente o tema transexualidade. Cabe ressaltar que a formação do professor nos referidos cursos traz uma abordagem mais ampla do tema, tratando das questões gerais sobre educação sexual para preparar os alunos para a vida sexual de forma segura, mas pouco sobre a identidade de gênero.

Palavras-chave


Transexualidade. Professor da educação básica. Formação de professores. Cursos de Pedagogia.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5020/23180714.2017.32.2.180-192

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Revista de Humanidades, Fortaleza - Ceará- Brasil – E-ISSN: 2318-0714

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