A experiência do ócio na sociedade hipermoderna

Kátia Flôres Pinheiro, Ieda Rhoden, José Clerton de Oliveira Martins

Resumo


Este estudo propõe-se a refletir sobre a questão das experiências de
ócio no tempo livre no contexto atual, a partir da concepção de uma
hipermodernidade em curso. Apesar de representar um desafio,
pois a discussão crítica-científica da temática ainda é recente no
Brasil, e principalmente no campo da psicologia. Desta forma,
argumentamos que diferenças teóricas têm contribuído para dar
vitalidade e sustentação ao assunto. Neste sentido, apresentamos
desde conceitos até aspectos mais amplos da aplicação e
problematização do tema, bem como suas interfaces disciplinares
e transdisciplinares, a partir de textos contemporâneos coletados
a partir de pesquisa teórica. Alguns elementos discursivos como
consumo, corpo, lazer, trabalho e subjetividade são articulados
à temática e fazem parte da reflexão que se caracteriza por um
pensar comprometido com a vivência do ócio, aqui tratada como
experiência positiva e transformadora de natureza subjetiva que
se entrelaça ao mundo social elaborado na contemporaneidade
consumista, que projeta felicidade em objetos de desejo. O eixo
central da discussão parte da observação do que é realidade
do ócio na contemporaneidade, buscando compreender seus
significados numa dimensão psicossocial cujo cenário retratado
na hipermodernidade em grandes centros urbanos, aponta para
fenômenos humanos marcados pela cultura do consumo e de
novos processos de subjetivação.

Palavras-chave


Tempo livre. Lazer. Subjetividade. Hipermodernidade. Consumo.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5020/23590777.10.4.1131-1146

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Revista Subjetividades, Fortaleza - Ceará- Brasil – E-ISSN: 2359-0777

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