Agentes Comunitários de Saúde nas Tramas da Rede: Territórios e Heterotopias

Jeferson Camargo Taborda, Anita Guazzelli Bernardes, Camilla Fernandes Marques

Resumo


O artigo tem como objetivo considerar que a estratégia de Redes de Atenção à Saúde (RAS), como um fio condutor de práticas na Atenção Básica à Saúde, possibilita articular dimensões que contribuem para problematizar tanto a noção de território como um valor existencial, quanto a questão do espaço como experiência e constituição da subjetividade. Utilizando-se de um referencial pós-estruturalista, pensar em rede possibilita articular estas noções distintas, contribuindo para problematizar tanto a noção de território como um valor existencial quanto a questão do espaço como experiência e constituição da subjetividade. Conclui-se que o modo como se vivencia o território e como se experimentam os espaços pode contribuir com uma forma alternativa de se pensarem a Rede de Atenção à Saúde (RAS) e o Programa Agentes Comunitários de Saúde, seu elemento constitutivo.

Palavras-chave


atenção primária, agentes comunitários de saúde, território, subjetividade

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DOI: http://dx.doi.org/10.5020/23590777.15.2.302-309

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Revista Subjetividades, Fortaleza - Ceará- Brasil – E-ISSN: 2359-0777

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