Políticas públicas para adolescentes em territórios vulneráveis -

Mara Rejane Barroso Barcelos, Luiz Carlos Fadel de Vasconcellos, Simone Cynamon Cohen

Resumo


Objetivo: Caracterizar as políticas intersetoriais voltadas para o adolescente, a partir das seguintes variáveis analíticas: adolescência, interdisciplinaridade, intersetorialidade e
Sistema Único de Saúde; vulnerabilidade e território; municípios e comunidades saudáveis Métodos: Estudo de natureza documental bibliográfica, no qual se buscou o significado da adolescência, a razão do investimento público nesse segmento social e a discussão da norma e do aparelho de Estado para sua sustentação. Utilizaram-se como categorias de análise: intersetorialidade, complexidade sistêmica da saúde, território de vulnerabilidade, delimitação espacial da política, rede social e espaços saudáveis. Resultados: Políticas públicas integradas em espaços saudáveis têm sido implementadas em diversos locais, tendo a adolescência como objeto focal. As políticas dirigidas a adolescentes, cuja representação simbólica os considera mais independentes e positivos na realidade social, tendem a criar oportunidades e empoderamento mais significativo dos sujeitos. Conclusão: No Estado brasileiro são bem vindos novos espaços de sociabilidade do adolescente, que funcionem como agências socializadoras, contribuam na construção da subjetividade do adolescente, pautem-se na recuperação de valores sociais, e na preparação para a vida a partir de uma consciência ética e cidadã

Palavras-chave


Políticas Públicas de Saúde; Ação Intersetorial; Vulnerabilidade; Promoção da Saúde; Sistema Único de Saúde.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5020/2028

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Rev Bras Promoç Saúde, Fortaleza - Ceará - Brasil - e-ISSN: 1806-1230

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