Participação social: a construção da democracia na saúde brasileira - doi:10.5020/18061230.2011.p266

Cibelle Cristina da Silva Santos, Raquel Littério de Bastos

Resumo


Objetivo: Verificar a construção teórica das expressões “participação social” e “controle social” relacionando com o processo de construção da democracia na saúde brasileira. Métodos: Pesquisa bibliográfica nas bases Scielo e Lilacs, no período de 2002 a 2009, sendo utilizados os seguintes descritores: Sistema Único de Saúde (SUS), Participação e Controle Social, Política de Saúde. Resultados: O Pós-Constituição de 1988 trouxe a democratização e a descentralização das políticas sociais, abrindo espaço para incontáveis experiências de participação popular. O Sistema Único de Saúde nascia para atender às demandas da população diante daquele momento histórico. Porém, hoje, há mais de vinte anos de sua criação, a falta de compreensão dos princípios que o norteiam, por parte dos profissionais de saúde e população, tem se constituído em um desafio à sua efetivação. Conclusões: Apesar da institucionalização da participação, a cultura de não participação e o desconhecimento de seus instrumentos são entraves importantes à prática de participação social na saúde, a qual representa um trabalho complexo que precisa ser desenvolvido com ativa relação Cidadão-Estado

Palavras-chave


Sistema Único de Saúde; Política de Saúde; Participação Social.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5020/2081

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Rev Bras Promoç Saúde, Fortaleza - Ceará - Brasil - e-ISSN: 1806-1230

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