Generalização do CAPM aplicada ao mercado de telefonia celular do Brasil

Caimi Franco Reis, Oswaldo Luiz Do Valle Costa

Resumo


Neste ano, a Anatel começou a adotar um novo modelo para as tarifas de interconexão das diversas áreas de telecomunicação
do Brasil, entre elas a telefonia fixa e móvel. Nesse modelo, o WACC e o CAPM terão papel central no cálculo da emuneração do capital empregado em cada setor. No caso específico do CAPM, entretanto, há muitas controvérsias sobre sua aplicabilidade em países emergentes. ESTRADA (2002, 2003), por exemplo, encontrou resultados mais plausíveis para
esses países, utilizando o modelo D-CAPM, uma variação do CAPM, baseada no risco Downside. Neste sentido, o objetivo
deste artigo é propor uma generalização do CAPM, baseada em ponderação dos riscos Downside e Upside, analisando a existência de modelos intermediários que estimem melhor o retorno do mercado de telefonia celular do Brasil, com vistas à
nova orientação de custos adotada. Na avaliação do poder de estimação dos modelos utilizou-se o índice de Jensen e o REQM,
de 2003 e 2005. Mostra-se, assim, que realmente há uma determinada combinação entre os riscos Downside e Upside, que estima melhor o retorno das operadoras do setor e do mercado da telefonia celular como um todo.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5020/2318-0722.14.1.%25p

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Revista Ciências Administrativas, Fortaleza - Ceará- Brasil – E-ISSN: 2318-0722

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