Exportar frutas é o que importa: o caso da Cofrutoeste

Ana Carla Prado Silveira, Antonio Carlos dos Santos

Resumo


Diante das dificuldades das cooperativas que exportam em manter um controle eficiente desta atividade e, principalmente,
atender às exigências do consumidor externo em relação à qualidade dos produtos comercializados, estabeleceu-se como
objetivo para o presente artigo analisar as potencialidades e as limitações da Cooperativa dos Fruticultores do Oeste da Bahia
(COFRUTOESTE) em termos de exportação de frutas. Mais especificamente, pretendeu-se avaliar a estrutura produtiva da
organização; analisar a sua capacidade exportadora; as formas de comercialização externas e descrever as vendas realizadas
por meio de exportação. O método escolhido para esta pesquisa foi o estudo de caso e as técnicas de coletas de dados foram
a análise documental, entrevista pessoal e observação informal. Os dados foram analisados e interpretados tentando retirar
os pontos comuns e distintos dos entrevistados. Apesar de a cooperativa possuir apenas seis anos, o seu foco sempre esteve
voltado para o mercado externo, ao qual é destinada a maior parte de sua produção. Constatou-se que este foi um de seus
maiores gargalos, em função da ausência de um planejamento e até mesmo de uma conscientização por parte dos produtores,
refletindo-se na falta de amadurecimento da cooperativa para iniciar a atividade de exportação

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DOI: http://dx.doi.org/10.5020/2318-0722.11.1.%25p

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Revista Ciências Administrativas, Fortaleza - Ceará- Brasil – E-ISSN: 2318-0722

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