Gosto e inovação na indústria de vestuário

Daniel Rodriguez de Carvalho Pinheiro, Fátima de Oliveira Araújo

Resumo


A intenção deste texto é apresentar o gosto como um fenômeno moral que medeia a relação entre o consumidor e a mercadoria
roupa pronta-para-usar3 e as relações dele com a inovação no negócio de vestuário. O problema para a gestão do gestão do
conhecimento e para a administração de negócios é perceber que a ciência é apenas uma forma de conhecimento, mesmo
que muito importante. O gosto dos agentes, na cultura da individualização, determina o que produzir e repercute sobre a
competitividade. Primeiro investigou-se o que é gosto em Kant e Gadamer. Depois, o gosto como fonte de inovação no
negócio (LIPOVESTKY). Fez-se também um trabalho empírico-analítico junto às indústrias de vestuário. Descobriu-se que o conceito de gosto está associado às características tangíveis da roupa (tecido) e intangíveis (praticidade), e que a inovação
procura atender, dentre outras coisas, a esse gosto.

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.5020/2318-0722.12.1.%25p

Métricas do artigo

Carregando Métricas ...

Metrics powered by PLOS ALM


Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.
Revista Ciências Administrativas, Fortaleza - Ceará- Brasil – E-ISSN: 2318-0722

Desenvolvido por:

Logomarca da Lepidus Tecnologia