A retextualização da oralidade no telejornal bom dia São Paulo

Autores

  • Edson Roberto Bogas Garcia
  • Luis Roberto da Silva

DOI:

https://doi.org/10.5020/23180714.2016.31.2.283-296

Palavras-chave:

Jornalismo. Retextualização. Oralidade. Telejornalismo.

Resumo

Por meio da linguagem, podemos perceber o mundo em que vivemos, produzindo relaçõesque nos permitem situar como indivíduos que pertencem a uma determinada comunidade. Procurar entender suas variações, potencialidades e suas finalidades, enfim, torna-nos capazes de compreender diferentes situações, diferentes olhares, diferentes maneiras, de, por exemplo, noticiar um acontecimento, narrar um episódio e manifestar ideologias. A partir dessa proposição, a presente pesquisa tem como objetivo analisar o uso da oralidade nas apresentações das reportagens do telejornal matinal “Bom Dia São Paulo” da Rede Globo. Para tanto, utilizamos o arcabouço teórico de retextualização, proposto por Marcuschi (2004). De acordo com o autor, são nove operações realizadas para a transcrição de um texto oral para o escrito. O corpus escolhido foi ‘as cabeças das matérias’ dos apresentadores, Rodrigo Bocardi e Glória Vanique, de duas edições, exibidas em uma sexta-feira. O primeiro jornal foi apresentado no dia 27 de fevereiro de 2015 e o segundo, um mês depois, 27 de março de 2015. Notamos que, em grande parte das análises, foi possível a retextualização, motivo pelo qual comprovamos nossa tese inicial sobre o uso da linguagem oral no telejornal pesquisado.

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Publicado

2016-12-16

Como Citar

Garcia, E. R. B., & Silva, L. R. da. (2016). A retextualização da oralidade no telejornal bom dia São Paulo. Revista De Humanidades, 31(2), 283–296. https://doi.org/10.5020/23180714.2016.31.2.283-296

Edição

Seção

Artigos