Representações da loucura feminina no cinema – Augustine e nimphomaniac

Autores

  • Maria Inês Detsi de Andrade Santos
  • Clara Virgínia de Queiroz Pinheiro

DOI:

https://doi.org/10.5020/23180714.2016.31.2.395-414

Palavras-chave:

Loucura feminina. Representações. Gênero. Cinema.

Resumo

Neste artigo, analisamos representações sobre a loucura feminina em duas produções cinematográficas: Augustine e Nimphomaniac, tendo como referências discursos que orientam a construção das representações sobre a loucura e o tratamento dado às mulheres a quem se atribui essa condição. Com esse estudo, reafirmamos o caráter histórico e social da loucura, considerando que a exclusão do louco está relacionada aos processos sociais de exploração e dominação; e com suas hierarquias (de classe, gênero, etnia). Nesses processos, os diversos discursos podem adquirir um caráter ideológico e desempenhar uma função justificadora da ordem social.

Biografia do Autor

Maria Inês Detsi de Andrade Santos

Professora com doutorado em Sociologia. Psicóloga.

Clara Virgínia de Queiroz Pinheiro

Professora titular da Universidade de Fortaleza, membro do GT/AMPEPP Dispositivos clínicos em saúde mental e membro/fundadora do Laboratório de Estudos em Psicanalise, Cultura e Subjetividade – LAEpCU

Downloads

Publicado

2016-12-16

Como Citar

Santos, M. I. D. de A., & Pinheiro, C. V. de Q. (2016). Representações da loucura feminina no cinema – Augustine e nimphomaniac. Revista De Humanidades, 31(2), 395–414. https://doi.org/10.5020/23180714.2016.31.2.395-414

Edição

Seção

Artigos