Édipo em mim: uma discussão sobre a subjetivação nos limites do trágico

Tania Mara Galli Fonseca, Alessandro Zir

Resumo


O presente texto discute, a partir do personagem Édipo de Sófocles, elementos estéticos da tragédia clássica que permanecem atualmente relevantes para um confronto de questões relativas a modos de subjetivação e à noção de identidade. Tais elementos estéticos são colhidos na reflexão sobre o trágico emergente no pensamento alemão do final do século XIX, com autores como Hölderlin, Hegel e Nietzsche. Foca-se em noções como conflito, excesso, e a relação entre o trágico e o cômico, permanecendose fiel ao paradoxo que tais noções implicam ao exercício do pensamento. Aceita-se, antes de mais nada, o desafio de escrever não apenas a respeito de tais noções, mas incorporando-as na própria forma de escrita do artigo. Com relação a esse desafio, a referência é Maurice Blanchot. Palavras-chave: subjetivação, identidade, tragédia, excesso, comedia

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Revista Subjetividades, Fortaleza - Ceará- Brasil – E-ISSN: 2359-0777

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